domingo, 10 de fevereiro de 2008

Evangelista

É infinitamente melhor nada saber sobre arte do que possuir uma espécie de meio conhecimento propício à fatuidade.

Palavras de Mestre Gombrich a propósito da necessidade de olhar para as formas artísticas com cara de tolo e sorriso matreiro para enganarmos a vaidade que pode estar escondida cá dentro e a fazer de nós uns verdadieros tóinos!!! Ou seja, não devemos comportar-nos como sul coreanos disfarçados de japoneses nem armar em Isabel Pires de Lima. Devemos tentar ser uma coisa a meio desses dois, assim tipo o Amigo Joe.





5 comentários:

jo-zéi f. disse...

Aparecem estes chicos espertos como o Gombrich a atirarem posta de bacalhau e nós temos que ir atrás,...nem pó. E a quererem evangelizar o povinho. Uma espécie de deuses intocáveis. NÁÁ !!!

Silvares disse...

Eheheh, será tanto assim? Cá pra mim o gajo até tem uma certa razão. O Gombrich, para mim, é uma espécie de Deus... :-)

jo-zéi f. disse...

Mas tb não podemos ficar a meio caminho, no que respeita à arte, e só dar opiniões vazias, básicas e simplistas, que se aplicam à grande maioria das pessoa no nosso país. Apesar de gostarmos de dar espetáculo e julgarmos que tudo sabemos.
Porém do bacoco até ao deus vai uma grande distancia. Os extremismos são perigosos...

Silvares disse...

Viva o amigo Joe (Berardo)!!! O homem que julgou ter comprado a Mona Lisa (afinal era apenas um poster...)é o maior de entre os grandes!

Jo-zéi F. disse...

Aí está um bacoco(quanto à arte,pelo menos) cheio de dinheiro.